
Nas opiniões ditas na turma 8 C, as vezes até parecia que nossas crianças não era tão inteligentes como as de antigamente. Mas ao relar contextos, percebemos que essa nova era é apenas o começo da inteligência virtual.
Nesse quesito é lamentável o número de crianças que jamais pisaram numa biblioteca tradicional, e folhearam as inciclopédias em busca do tema para o trabalho escolar. Hoje o movimento mais eficiente, infelizmente é o Control C Control V, e com isso perdem em qualidade de conhecimento em não ler, resumir e assimilar o conteúdo.
Hoje em dia muitas crianças sabem se comunicar pelo computador como se fossem pessoas grandes, e deixam de lado as coisas de crianças, como:
-Meninos: Jogar bola, soltar pipa,brincar de carrinho, e etc.
-Meninas: brincar de boneca, de casinha, de pular corda, brincar de amarelinha,etc.
São fatos que ocorrem e deixam as crianças a cada dia mais sem saber como brincar pois tudo é virtual, e crianças estão tendo abtos de pessoas mais velhas, mas com mentalidades mais fracas pois não desenvolveu uma infancia correta.
Ao automatizar todos os processos estamos a facilitar as tarefas, mas na realidade isso vai levar a que todos fiquem dependentes de máquinas para realizar simples tarefas, apenas porque nunca lhes foi ensinado como fazer determinada tarefa.
Em conclusão, podemos programar todos e quaisquer automatismos para execução de tarefas, mas teremos sempre de saber executar as tarefas manualmente para que as possamos automatizar. Resta ensinar aos que já irão nascer rodeados de automatismos, a execução de algumas tarefas básicas para que as crianças não se tornem 100% dependentes dos automatismos. Enfim, o uso da Internet é inerente ao desenvolvimento e a necessidade humana, não pode ser ignorada, mas também não pode ser superestimada.
Há de se ter um uso consciente, equilibrando o aspecto recreativo, econômico e social, mas nunca esquecendo que as relações diretas, o olho no olho, o aperto cordial de mãos e o chopp no bar com os amigos, não substituem essa Extraordinária invenção tecnológica que jamais conseguiremos voltar á viver sem.
Há de se ter um uso consciente, equilibrando o aspecto recreativo, econômico e social, mas nunca esquecendo que as relações diretas, o olho no olho, o aperto cordial de mãos e o chopp no bar com os amigos, não substituem essa Extraordinária invenção tecnológica que jamais conseguiremos voltar á viver sem.
